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A reorganização que vem da desorganização

A partir de novas ideias advindas do bom senso comum, podemos evoluir como pessoas, evoluir nosso entorno. Nosso apoio, no “nós” como unidade, é uma mola de aço: Difícil de pressionar, mas te leva pra novos horizontes.

Acabou?

Não, mas esse é um texto sobre desconstrução.

Sabemos todos da importância de algumas habilidades do ser humano: O Ensinar, o Servir, o Liderar. Sabemos que segmentamos usam essas habilidades hoje em dia para que caibam no nosso mercado. Demos nomes a alguns conjuntos delas, especializamos pessoas para que façam isso bem feito. Soubemos como usá-las a nosso favor, por um tempo. E agora?

Hoje temos uma fonte de conhecimento infinitamente maior do que quando fizemos essa organização: Policial, Professor, Médico, Biólogo. O que acabou por deixando algumas delas, digamos, desatualizadas.

Conheço pessoas extraordinárias que são professores. Os papos mais interessantes que levo, na verdade, são com eles. Mas dessas valiosas opiniões, não vejo muitos professores por aí se sujeitando a compartilhá-las fora do seu universo de conforto, seus alunos, amigos e familiares.

Entenda: Escrever e compartilhar é aprender.

Quem escreve, aprende consigo mesmo. Quem compartilha essa opinião, aprende com os seus feedbacks.

Continuar a se especializar na sua área de conhecimento é ótimo, mas não é exatamente aprender coisas novas. De que serve, hoje em dia, um professor que se esqueceu de aprender? A maioria das coisas que aprendemos com eles são novidades para nós, que viemos desse mesmo ambiente completamente modificado em comparação aos dogmas em que eles são orientados a trabalhar!

Hoje é final de 2015, e não é novidade alguma como a polícia age. Esquecemos que a polícia nos serve, e não nos prende. Policiais deveriam ser treinados em um hotel, e então saberiam a essência do servir.

Precisamos de coragem para quebrar paradigmas

Citei cenários fáceis de assimilar, mas existem N formatos que estão se atualizando e assumindo o papel do que é obsoleto. Quanto mais se conseguem aliar conhecimentos, e quanto maior a ousadia em inovar, melhor se torna a solução! Trocamos as coisas importantes e os discursos profundos por periódicos em doses homeopáticas.

Sendo assim, não é de se espantar que colocar uma bola na rede valha cem vezes mais que ensinar a pensar, não é?

Mas acho importante a seguinte indagação: Existe um jeito?

Entendo que professores tenham que seguir toneladas de regras, com um baixíssimo incentivo.

Entendo que tenha que haver polícia, que aquele é o trabalho do sujeito. 

Mas quando ele bate em um professor que estava exercendo seu direito... Quem poderia ter mudado aquilo? O primeiro, que tem o livre arbítrio, o segundo, que poderia ter feito algo a mais na vida do primeiro.

Ou podemos culpar um reflexo no espelho?