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O feedback da geração Y evoluiu para melhor!

Grandes empresas dão o exemplo e deixam para trás as avaliações de desempenho que mais segregam do que agrupam.

Você já conversou de verdade com seus colaboradores?

As conversas, no formato de feedbacks periódicos, com o intuito de alinhar as expectativas da empresa com as dos colaboradores, já são processos inerentes de qualquer empresa que empregue uma ou mais pessoas. Essa ferramenta se torna importante para que o empregador saiba gerenciar seu grupo de trabalho de acordo com as situações que vao aparecendo: A empresa necessita de mais esforço mas vamos recompensar depois, o funcionário se encontra desmotivado e um aumento de 10% representa 50% mais produtividade. A sintonia entre as partes faz com que as energias de ambos sejam gastas em trabalhar, e deixar as especulações e preocupações de lado.

O modelo vigente nos últimos anos tem sido, então, as reuniões que acontecem em intervalos regulares de tempo: anuais, semestrais, e as vezes até trimestrais ou bimestrais. Na maior parte do tempo para que o trabalho seja pontuado, algo como de 1 a 10, discutir metas atingidas ou não, e até premiar os melhores funcionários e auxiliar os piores.

Parece bacana, mas existem alguns problemas: Esse processo é exaustivo para o líder e demorado para o colaborador. Rotula por um longo tempo o trabalho de alguns, e é ineficiente quanto a recompensa.

Um líder pode gastar até 30% do seu tempo de trabalho colhendo informações precisas, analisando e encaixando elas no questionário a ser preenchido, explicando esses números a seus funcionários e colhendo feedbacks que levem a algum lugar. Depois, pode ter de recompensar apenas o funcionário que chegou a um indicador, digamos, 9.5, quando o setor está cheio de funcionários 9 que não verão seus esforços dar frutos tão cedo. E aquele sujeito que está com você desde o começo começa a decair, igual aquele seu novo super talento que começou muito bem, e você simplesmente não sabe como ajudar.

Essa solução é melhor do que nada, mas está longe de ser perfeita.

A própria General Eletric, que popularizou esse modelo mundo afora, hoje já utiliza algo mais orgânico. Em busca de velocidade e simplicidade, a abordagem em tempo real virou a pedida do momento.

Com conversas mais frequentes e hierarquia reduzida, o organograma vertical vem se modificando cada vez mais. Escolher grupos de avaliação, gamefication dos resultados, ferramentas de conversação internas, são soluções cada vez mais simples, criativas e objetivas.

Vamos trabalhar juntos? 
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